sábado, 17 de dezembro de 2011

Complexidades.

Será que será?
Olhar, olhar, e poder tocar?
E rir um riso e ver um outro aflorar?

Mas como ditar palavras sem palavras,
transmissão olho a olhar?

E se o olhar se recusa a ditar tudo aquilo que por lábios não deve passar?

Sabe, só olhar,
olhar no olhar?
Basta.
Basta e não basta.

É que olhar é um estranho vício que cresce até querer explodir em alguns outros vícios. Mais complexos, é claro. E lancinantes, e desvairantes, e deliciosos também. Mas, complexos. E frívolos.

Por hora, só olhar. A mente domina a matéria. Por hora, é claro.

4 comentários:

  1. o nome do seu blog me chamou atenção pq tbm gostei mto de ler Meu pé de laranja lima...mto emocionante além de me remeter a infância...ai tempinho bomm!
    Mas dei uma olhadinha rápida no seu blog e gostei muito também!
    É pelo olhar que tudo se inicia, é pelo olhar que a gente ver se há ou não cumplicidade, é preciso saber decifrar os olhares...
    Bjo!

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  2. hummm tempinho ótimo meesmo infância! Adoro Meu Pé de Laranja Lima pela pureza da trama, os sentimentos lindos que ela transmite. Leio, leio, e não enjôo nunca! Andei vendo seu blog e gostei também! Seguindo :D

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  3. O problema de olhar de mais é que vem alguém, que nãoolhou tanto assim e leva... eu que o diga. Mas, você falou perfeitamente, é o início do processo, e por enquanto, basta. Gostei, apesar de não ser fã de poesia, mas a mistura ficou boa.

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  4. ÊÊÊ! tu gostou! kkkkkkkkkk.Realmente olhar demais tem este pequeno problema.Mas, como diria Camille:"rien n'est gratuit dans la vie"!

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