Unir-me a mim só em poesia,
pois minha alma tem faces em demasia...
As leis físicas não dominam o meu ser,
se ao mesmo tempo e lugar,
posso morto estar, e ainda viver.
Sou carente-independente,
sincero e obscuro...
Livre, mas encarcerado em meus próprios muros.
Voto contra, a favor,
estou lúcido,
mas entorpecido pela constante transformação de minha alegria em dor.
Viver assim, tão duplamente,
faz-me muito desgastar,
mas que fazer se é o destino que assim parece querer me fazer estar?
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