E a chuva deitada
Caía em pé
E dessa madrugada
Seja o que Deus quizer
Se sobreviverei?
Isso eu sei que não sei
A profunda emoção
Vai além da razão!
De insônia não durmo
Em pensar no amanhã
Nasça pois, logo, o sol
Com todo o seu afã
Ilumine minhas ruas, minhas vida,
Meu campo, meu trampo
E que brilhe acima de você:
Que ilumine teus olhos,
Que me fazem viver!
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