domingo, 18 de março de 2012

Madrugada

E a chuva deitada
Caía em pé
E dessa madrugada
Seja o que Deus quizer

Se sobreviverei?
Isso eu sei que não sei
A profunda emoção
Vai além da razão!

De insônia não durmo
Em pensar no amanhã
Nasça pois, logo, o sol
Com todo o seu afã

Ilumine minhas ruas, minhas vida,
Meu campo, meu trampo
E que brilhe acima de você:
Que ilumine teus olhos,
Que me fazem viver!

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