Canção de beira de estrada
Nenhuma forma de crer
Nenhuma forma de nada
E o atalho é esquecer
Nem multidão na estrada
Nenhuma forma de ver
Quase você
Quase você
Quase você
Quase você
Nenhuma história triste partiu
Nenhum evento que cancelou
Não era mais primeiro de abril
Só um dia qualquer que acabou
Quase você
Quase você
Quase você
Quase você
No hemisfério sul as geleiras derretem mais
Olhar pro céu azul ainda é uma forma de cais
As mudanças climáticas derrubam drasticamente
as casas dos que já não tem
nada demais
* * *
[Escutei essa canção na voz da adriana cancanhotto e do arnaldo antunes, num show-sonho que parecia dos dois juntos. Kkkk. Eles fantasiados de um jeito meio astronauta, meio etevaldo do castelo rá tim bum, o que tornava difícil ou menos óbvio reconhecer quem era quem, exceto pela voz na hora que emitiam cada verso rsrs.
a última estrofe, inclusive, é na voz dela falada, ao invés de cantada.
Sim, isso tudo foi um sonho meu de ontem pra hoje.
Os dois fizeram shows aqui no ceará recentemente e eu não fui à nenhum deles e acho que essa foi uma forma da minha cabeça me consolar do quanto a gente quis estar lá.]
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